- As nossas mãos se abrem
Mesmo na luta e na dor
E trazem pão e vinho
Para esperar o Senhor.
Deus ama os pobres
E se fez pobre também
Desceu à terra
E fez pousada em Belém.
- As nossas mãos se elevam
Para, num gesto de amor
Retribuir a vida
Que vem das mãos do Senhor.
- As nossas mãos se encontram
Na mais fraterna união
Façamos deste mundo
A grande “Casa do Pão”.
- As nossas mãos sofridas
Nem sempre tem o que dar
Mas vale a própria vida
De quem prossegue a lutar.